Mostrar mensagens com a etiqueta comunicar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta comunicar. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Perguntas...

Será que existem perguntas que não se devem perguntar?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

The words left unspoken...

"Not long ago a friend of mine told me about how long we have to tell someone about our fellings.
It seems that words have a deadline... about 4-5 days.
So i wonder: if words are only usefull to translate fellings and they have a 4-5 days deadline until they are useless, do fellings have a deadline to?
Is it real that after a 4-5 days period your felings don't mean the same, their power is smaller and the happiness or pain they give you will be over?
Unless the words are spoken, will fellings disapear?
I think not! Better, i know they won't...
You can leave the words unspoken, but the fellings will be there. They can even fade away... time can make them less important but will never loose their meaning.
Words can be left unspoken, fellings can be silenced, but they will be there.
So, if you allow me to give a advice... don't leave words traped inside your heart, cuz you'll need their space for other words... for other fellings."

18 de Agosto de 2006

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Palavras...

"Nas palavras guardamos o mais intimo q existe de nós. Ocasionalmente possibilitamos aos outros q nos conheçam através dessas mms palavras.
As palavras são algo poderoso... com elas comunicamos. Por meio de palavras mostramos aos outros q nos rodeiam o qnt os amamos, mas tb por meio de palavras infligimos dor.
Mas nem smp as palavras se libertam, nos libertam, por vezes é no silêncio q encontramos a forma de escolhermos as palavras certas..."
11 de Maio de 2007

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Perguntas...

Como podemos nós nos libertar das palavras que nos ficam presas na alma?
De que forma nos poderemos libertar do silêncio que nos sufoca e ao mesmo tempo no acalma...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Frases...

"Provavelmente não diria tudo o que penso, mas definitivamente pensaria tudo o que digo."
GGM

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Perguntas...

Será que o simples facto de conseguirmos proferir palavras indica que consigamos falar?

sábado, 4 de outubro de 2008

Palavras...

"Para cada um de nós as coisas como elas se nos apresentam têm valores diferentes.... invariavelmente o mesmo acontece com as nossas palavras, meras expressões da nossa forma de viver a vida....
Será que somos (sou) assim tão diferentes uns dos outros que em alguns momentos as palavras que os nossos lábios libertam são simplesmente ignoradas e transformadas em uma completa barbaridade que aquele ser supostamente pensante que temos em nossa frente adquire como a mensagem que nos quereriamos transmitir?
É demasiado óbvio o facto de todos sermos (felizmente) diferentes e por isso termos diferentes formas de viver a vida e consequentemente de pensar... mas em que ponto é que isso possibilita uma completa incompreensão pela aquela menos brilhante alminha que nos olha com um ar de completa compreensão quando está a milhares de kms luz do nosso universo?
A tão suposta aclamada sabedoria que é proclamada pelas pessoas de idade maior tantas vezes nos desilude, quando ouvimos dessas pessoas a expressão da mais completa ignorância face as mais banais factos da vida....
Será que as pessoas simplemente não nos ouvem ou será que a seu belo prazer ignoram aquilo que lhes dizemos que assim lhes convem?
Neste mundo em que existem inúmeras linguagens qual delas podermos utilizar para ultrapassar esta barreira que os outros, e também nós, criamos?
De que valem as minhas palavras....."

18 de Março de 2008

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Livremente...

Será realmente que os outros querem saber qual a nossa opinião sobre eles?
Numa sociedade em que a convivência com os outros surge sempre de um esforço, mais ou menos partilhado, em conviver razoavelmente bem, será que existe do outro lado alguma vontade em ver aquilo que nós vemos?
Algures nas veredas do politicamente correcto existirá realmente alguma vontade em ouvir as respostas à perguntas que vão incessantemente sendo colocadas?
Porque conviver é muito mais que uma vontade, e quiçá em alguns momentos uma imposição, não será mais fácil viver na condescendência dos silêncios partilhados ao invés de na partilha de respostas vazias e sem utilidade alguma....
Qual é a motivação que nos impele a mostrar ao outro como o vemos se ele nem sequer está interessado em se conhecer?
Não residirá na resposta oferecida na ausência de uma pergunta um prazer supremo, que nunca será atingido por mais perguntas que façamos...
No momento que nos oferece o prazer de receber sem dar e de não dar o que não será recebido, a consciência que temos de nós reside na liberdade do silêncio que torna a convivência muito mais sincera.... muito mais simples.....

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Sentidos....

Quando procuramos nos relacionar seja com quem for, as nossas capacidades de comunicação vão sendo testadas permanentemente... Sendo que a capacidade de comunicar não se encontra necessariamente relacionada com a tradução em palavras dos nossos pensamentos, em incontáveis momentos, o silêncio poderá ser considerado um dos expoentes da comunicação....
Paralelamente, a capacidade de ler os silêncios poderá se tornar numa ferramenta extremamente útil para conviver com os outros....
Assim dou por mim a questionar a minha capacidade de decifrar as mensagens com que me vou deparando, e até que ponto a minha interpretação será efectivamente correcta....
Curiosamente, é atribuido ás mulheres um sexto sentido, no qual poderá estar incluida essa capacidade de mais que sentir, pressentir! Mas será que esse famoso sexto sentido é uma ferramenta minimamente útil a essa coisa da comunicação?
Por saber que, demasiadas vezes, aquilo que os outros pretendem dizer, é muito mais que as palavras que proferem, questiono a minha interpretação de todos os outros sinais....
Invariavelmente, a vida tem vindo a testar a minha capacidade de ler silêncios, ausências, vazios, mas ainda assim, permanece a dúvida se as interpretações feitas se baseiam na mensagem transmitida, ou naquilo que eu quero pressentir....
Até que ponto é que comunicar, nasce nos outros e vive em nós, ou nasce em nós algo completamente dispar do que em algum momento viveu nos outros....
Será que ao longo de todo este tempo realmente usei a minha capacidade de comunicar, ou apenas a imaginação...
Se a comunicação surge na convergência de todos os sentidos, será que estamos isentos de sentir aquilo que ouvimos... ou apenas ouvimos aquilo que queremos sentir?