
É curioso como passamos tanto tempo a imaginar o que faremos no tempo que virá, e depois quando ele chega subitamente os planos parecem se desvanecer...
Lembro a insistência com que alguém me questionava como iria eu equacionar tantas coisas para uma vida que apenas tem 24 horas por cada dia... E se bem que no momento não fosse essa a minha preocupação, dava por mim a pensar de que me valeria tamanha ansiedade e preocupação se o futuro ainda não tinha chegado...
A verdade é que nos perdemos demasiadas vezes nas recordações do passado e na possibilidades do futuro, esquecendo o mais importante... viver o presente, que se for realmente vivido poderá ser transformar em mais que o momento presente, mas num presente, numa dádiva...
Claro que não quero tirar a importância dos momentos que já deixaram de o ser para se transformarem em recordações, nem ousaria esquecer as possibilidades do amanhã... Mas preciso, e desejo, viver o hoje com a serenidade que me permitirá conviver com o passado e sobreviver ao futuro...
E porque hoje é o primeiro dia do resto da minha vida... que venha o futuro, e nele encontrarei uma solução para equacionar a minha felicidade...