quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Perguntas...

Será que existe uma escolha que agrade a todos?
Será em que algum momento da nossa vida conseguiremos escolher uma opção que satisfaça gregos e troianos?

8 comentários:

Aralis disse...

Se quem já tentou...não é possível! E qd é, é temporário...mas vai-se vivendo...No entanto, a quem mais temos de agradar é a nós próprios.
Jokas e feliz ano

PAULO LONTRO disse...

Até pode ser que sim mas, se não… vais mesmo ter que agradar ao grego ou ao troiano.

Só espero que a escolha te agrade a ti.

spritof disse...

Uma escolha que agrade a todos, é uma escolha que te agrade a ti. Só assim te sentirás bem e em paz contigo própria, e só assim os que te rodeiam se sentirão bem e em paz contigo.

Quem não vir isso, ou quem não aceitar as tuas escolhas sentidas, não está a ter em conta o teu ser, a tua vontade, o teu sentimento...
...e isso de que serve?

Pode existir desacordo, podem seguir caminhos divergentes...
...mas nem todos estamos sempre no mesmo sentido.

Há que aprender que caminhos diferentes não é sinónimo de indiferença, inimizade ou falta de amor. É simplesmente um camonho diferente, que percorremos de acordo com o nosso sentir.
Se todos fizessemos isso....

sol disse...

Quando queremos agradar a todos, provavelmente não conseguimos agradar a ninguém, inclusivé nós próprios...
Não será muito mais importante ficarmos agradados com as nossas escolhas, fazer o que realmente desejamos? Seremos muito mais genuínos, o que, pode não nos rodear de gregos e troianos, mas dos que amamos e nos amam...

TM disse...

Aralis - Porque por mais que ames alguém, nunca fará sentido a escolha que não seja feita a pensar primeiro em nós...

TM disse...

Paulo - Se sou eu a escolhar seria no minimo insensato, para não dizer mesmo estúpido, na minha parte não escolher uma opção que me agrade...

TM disse...

Spritof - E o caminho diferente é simplesmente o meu caminho... aquele que os meus pés percorrem...

TM disse...

Sol - E os que nos amam continuaram a fazê-lo.... pelo que nós somos, não pelas nossas escolhas...